MÚSICAS

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

V. Moorea 2


16/8/14 - Sábado

Um dia sensacional!

Deve ter sido presente da Vá...




Saímos de manhã, logo depois do bom breakfast do albergue (800 xpf), no sentido anti-horário de Moorea pra continuar nossas andanças.


Queríamos encontrar algum lugar na praia onde pudéssemos lagartear um pouco, com o cuidado de não ficar numa das praias particulares de lá. Passando outro resort, o Hilton, pegamos um caminho em direção ao mar e encontramos um lugar perfeito! Sand beach, solzaço, sombra de árvores e um barquinho na nossa frente, ancorado, o que dava mais charme pra paisagem.




VÍDEO

Era hora de relax código azul total! Sem preocupações... Nada mais "polinésio" do que olhar pra um lado e ver um cara chegando de canoa, olha pro outro e avistar bangalôs sobre o mar.

Antes de fazer o test-drive da pareô comprada da Maeva, perguntei pra uma mulher que estava com seu filho na beira do mar, se aquele pedaço era público e se poderíamos ficar de boa. Ela me respondeu normalmente em francês e eu tentando entender. Captei que dava pra ficar lá sem stress porque o dono do terreno não estava por ali aparentemente ou não ligava. Beleza.
Logo depois, ouvindo meus gritos de incentivo pra Alê mergulhar de uma vez na água (e parar de andar de pezinho, já que estava de sapatilhas), a mulher perguntou pra mim: "Vcs são brasileiros?". A Sheila era e estava passando suas férias anuais de 3 meses na Polinésia novamente. É, tem gente assim... Daí que pude sentir que realmente valeu a pena o intensivão de francês antes da viagem. Enganei ela!!

Pegamos então algumas infos que precisávamos e ela voltou pra casa alugada ali perto. Voltamos pra estrada na ideia de almoçar em algum lugar. Vimos dica de almoço num lugar chamado Lilikoi Garden Café, na beira da estrada. Custo-benefício muito bom, já que tinha pratos do dia e sandubas (inclusive naturais) além de internet livre. O esquema era feito num trailer no terreno da casa da dona, Laurence, que não aceitava cartões.


Depois de trocar meu sanduba natureba pelo plate du jour da Alê que ela não curtiu por causa do atum meio cru, deitamos uma meia-hora na grama do coqueiral do terreno ao lado. Momento Ibirapuera...só que não! Tava melhor.




Seguindo a dica da brasileira, continuamos um pouco mais na estrada e demos de cara com a praia pública de fato: Ta'ahiamanu! Tava um pouco cheia, afinal era sábado e os tahitianos estavam curtindo o dia de folga, alugando stand-ups e fazendo picnic sob os coqueiros.






Dei mais um tchibum e voltamos pro albergue com a intenção de passar antes no Hilton pra saber o  horário do Tiki Show de sábado à noite, que diziam ser free, desde que vc tomasse uns drinks, claro.

Balada da noite confirmada, banho tomado e um maravilhoso pôr-do-sol com cervejas Hinanos bem geladas na frente do mar. Apesar do serviço meio lento da Yollande, tuda tava correndo perfeitamente bem!




Silêncio no estúdio!

Luzes...

...câmera..


...ação!








Chegamos no Hilton com nossa melhor roupa (na medida do possível, sem usar chinelo) pro show da 20 hs. Em troca, dois chopps e uma Margherita. Apresentação bem bacana de conhecer, com danças e show pirotécnico típicos.














Volta pro albergue na escuridão total da noite polinésia. 

Outro momento mágico!


17/8/14 - Domingo

Acordamos tardão e como perdemos o breakfast, esperamos dar 11 hs pra colar na Lilikoi. Na sequencia engatilhamos o dedão pra pegar uma caronê e...voilà! Pai e filho indo curtir alguma prainha. Como pedimos pra nos deixarem perto de um hotel que queríamos conhecer (Les Tipaniers) eles gostaram da ideia e também ficaram por lá. Restaurante pé na areia, famílias se divertindo com caiaques, pedalinhos e o diabo aquático! Muito bom o pico. De lá se avistam dois grandes motus onde facilmente se chega remando no stand up paddle ou no caiaque.






Saímos fora num horário bom pra pedir carona e caso não rolasse, daria tempo de chegar no albergue antes do anoitecer, por volta das seis e pouco. Demos bastante sorte com um casal que nos deixou bem na porta de onde queríamos informações de uma creperia conhecida por causa dos tubarões que ficam nadando embaixo da clientela, lá no Hilton novamente.










Iaorana cantado pra cá, Iaorana cantado pra lá e já ficamos a par das informações principais. Era na creperia do hotel, bem no meio dos bangalôs sobre as águas. Como já tava aberto, entramos na buena pra tomar um drink e admirar o pôr-do-sol. Como disse a mulher que nos serviu, "C'est magnifique!". Depois do sunset, ela deve ter se sensibilizado com nossa cara de mochileiro e nem cobrou meu chopp. Ficamos de voltar mais à noite.








Mais tarde, de volta ao Hilton, teve sangria, crepes deliciosos do Chef Claude e, claro, vários tubarões nadando embaixo dos bangalôs num visual cinematográfico!



VÍDEO




18/8/14 - Segunda-feira


Que bonitinho esse playmobil...!


Era o dia sem carona, arriscando agora um aluguel de uma scooter pra variar um pouco. Dez e meia da manhã e tava lá o Jeff me entregando a motoca, botando tanta fé na minha habilidade com ela quanto eu, ou seja, nenhuma! A última vez que aluguei uma scooter tomei um belo dum rola na Croácia.

Botei a Alê na garupa, concentrei bem, lembrei do que aprendi com o tombo da minha primeira vez e beleza. Fumo que fomos! Uma volta inteira na Ilha de Moorea, pouco mais de sessenta Kms, sem acidentes! Só vento na cara e visuais degradês de céu e mar.

Almoçamos muito bem no Restaurante Sunset, junto ao Hotel Hibiscus, que nos pareceu ótima opção pra se hospedar sem ter que vender um rim pra pagar a conta.

Já que nossa lambreta funcionava bem e secava rápido com as chuvas passageiras, aproveitamos pra conhecer o Belvedere de Oponohu, numa subida que passava por uma escola de agronomia e plantações de abacaxi. Lá do alto, as duas baías, Oponohu Bay à esquerda e Cook's Bay à direita separadas pelo monte sagrado de Rotui.









No jantar resolvemos arriscar mais algumas dicas de internet indo conhecer o Les Martinez, em Pao Pao. Quem nos recebeu todo cheio de graça foi o Didier, que definitivamente não falava sério com ninguém. Disse pra gente que tava fechando, me indicou o mar como toalete, pegou a chave e o capacete da moto dando au revoir, ou seja, um fanfarrão! Na escolha de pratos, sopa de cebola pra Alê e um Paru pra mim, que era um peixe bem espinhudo típico da região. A diferença pra noite anterior, além do preço, era que o bicho que ficava embaixo da gente era o gato do Didier miando, me unhando e pedindo mais Paru.



Volta pra pousada na noite escura de Moorea, mas agora de scooter!




Amanhã decidimos se mudamos pra algum outro lugar. Com a grana que economizamos no albergue, quem sabe dê pra se hospedar num bangalô perto do mar.



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