No meio da noite, no meio de um sonho, pingos caíram num dilúvio premente.
Passando por frestas, pedacinhos da chuva, respingando na gente.
Tão forte, tão bela, chuva que cai molhando meu rosto.
Na janela aberta, no barulho da chuva, dormi com mais gosto.
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