MÚSICAS

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

A corrida



Meu segundo desafio em busca do triathlon era correr 5 Km à noite. E tinha tanta gente inscrita nessa corrida que eu e o Jorge tivemos que enfrentar imensas filas só pra pegar o chip!

Deve vir daí o nome do evento...Fila Night Race!



Said Aouita, o ladrão de atum, no meu encalço freneticamente!



Já tô pensando na Maratona de Chicago. Próximo passo: comprar uma bicicleta!


sábado, 28 de setembro de 2013

Vc tem medo de quê?


Olha eu lá de toca amarela


Fazia tempo que não sentia medo. 

Algo tão comum. 

Não aquele medo projetado, preocupado com a violência e a insegurança da cidade mas aquela indefectível consciência da dúvida profunda do que vem a seguir. 

Uma percepção, uma fagulha rápida...e dúbia. Medo de quê, afinal? De fraquejar na água e necessitar gritar por socorro ou de fracassar no desafio da travessia aquática? 

Arriscar a vida ou arriscar o ego? Ainda penso sobre isso...


Então logo tratei de organizar os pensamentos e respirar fundo, com mais e com toda calma.
Recuperei forças desistindo de desistir já que ele, o medo, embora não identificado, foi controlado e devidamente afogado!


Prova completada, apesar da estratégia errada. Lição dada, lição aprendida!



Tô parecendo um feirante!


Agora, que venha a corrida.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Tombando de saudades

                                                                                       
                                                                    Era um dia especial, tão lindo quanto ela!



Naquela tarde tínhamos uma missão. 

"Padrinho, vocês vão lá pra jogar as coisas da madrinha, né?", perguntou o Di.

Ficamos intrigados, eu e o Jú, olhando um pra cara do outro, e por um pequeníssimo lapso de tempo, quase expliquei pro pequeno tudo sobre o nosso ritual. E ele sabia que era um ritual. Era por isso que estávamos lá, na Praia do Tombo, onde sua madrinha fez tantas caminhadas olhando pro mar, saudando Iemanjá.

"Que coisas, Di?", o Jú perguntou. "Ah, aqueles colares e pulseiras...", respondeu meu afilhado, se referindo às guias espirituais dela.
Ufa! Por pouco não me precipitei. E entendi afinal que era melhor que o Di mantivesse sua inocência e a crença no "ritual dos colares".


Um ritual das cinzas talvez o assustasse.  Eu me assustaria muito, eu acho...


E num cenário perfeito, divinamente presenteado pelo espírito dela, fomos ao mirante (Ricardo e Adriane também) completar nossa missão.

E acho que é por isso que escrevo.  
E descrevo. 
Para não me assustar...
E melhor compreender, um ritual de amor e cinzas.



















O nada a nado


Nada na minha mente:
Pensamentos e Reflexões

Enquanto nada eu,
Num exército de pensamentos,

Me exercito
          Penso 
                e reflito

Na resistência da água
Na obediência sem trégua

Nada sincronizados

Enfim...nada,
Na minha mente.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

"Bárbaro", "fantástico", "maravilhoso"!!

São sempre essas as
Palavras que mais ouço da senhora.


E como admiro essa senhora!


Pelo astral
Pela sabedoria
Pela generosidade
Pela habilidade econômica
Pelos cabelos finos e loiros

Pelos seus olhos verde-esmeralda 

Pela sua força...enfim,

Por essa incrível aura de amor!

Que meu Deus a proteja, 

lhe conserve a saúde e a alegria 
de ser essa luz tão brilhante 
que ilumina nossas vidas

3 de setembro: um dia Glorioso! 

Feliz aniversário, minha mãe.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Lo que aprendi(mos)


2013 tem sido um ano de mudanças... Umas boas, outras nem tanto, além das que ainda virão até o final do ano.

Um ano de aprendizados.

Ano pra aprender a lidar com perdas
e valorizar ainda mais todas as lições ganhas por nós, oferecidas justamente
por aqueles que perdemos.

Aprendi o quanto é importante cuidar bem dos filhos, pois são eles que cuidarão de você no futuro.

Aprendi como pode ser possível amar uma única pessoa durante toda a vida.

Aprendi a não ter preguiça pra nada.

Aprendi a gostar de música calma e até ver graça no Choro.

Aprendi também a sapatear torcendo pelo meu time.

Aprendi a rir sempre, até de piadas velhas contadas ao telefone.

Aprendi a desenvolver paciência e tomar a frente das coisas.

Cumprimentar as pessoas mesmo sem conhecê-las, só pra espalhar gentileza.

Aprendi a não reclamar da vida.

E fazer seguro de vida.

E como fazer uma vida mais segura pra crianças de um orfanato.

São tantas lições, tão lindas e tão nobres

E seguimos aprendendo...dia a dia!



quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Rosa Flor


Essa noite, 30 de julho,
Como tantas outras
Que vivi
Que me orgulho

Mas não essa
Também fria
Sem esperança 
Nem promessa

Exceto de um jardim
Preparado pra uma flor
Que é rosa e não jasmim 
Bem cuidada, com amor